J-AGRO é um grupo de ex-estagiários do programa do Ministério da Agricultura do Japão para agricultores nikkeis do Brasil, Argentina, Paraguai, Bolivia e Peru que recentemente se incorporou ao programa.
Este site visa compartilhar e divulgar conhecimentos adquiridos durante treinamentos no Japão para trocar ideias entre agricultores nikkeis da América do Sul e o Japão.

Nova era, novos desafios

Cecilia Toshie Yamamoto Yamazaki /ADESC - Caucaia do Alto/ Treinamento para a melhoria do valor agregado nos produtos agrícolas e alimentícios (09/2017)

(1) Aprendizagem do curso

Durante o curso, visitei diversas entidades e empreendedores, como a Associação Fujimi de processamento de produtos agrícolas. Nessa visita, percebi como era otimizado o aproveitamento de tudo que era produzido no local, como carnes suínas e cereais. Além disso, aprendi como os produtos da associação eram escoados por meio de parcerias com lojas locais.  

Na Apple Orchard Someya, em Gumma, vivenciei como eram realizadas as vendas diretas com o consumidor, via internet, e como era possível agregar valor comercial às frutas por meio do processamento. Por exemplo, as frutas não vendidas que poderiam estragar eram rapidamente processadas em geleias e produtos desidratados, aumentando assim o valor agregado do produto.

Pão caseiro de batata doce

Colheita de batata doce

Venda de produtos na Apple Orchard Someya


Geleia caseira de tangerina

Plantação de batata doce em Gunma

Produtos da Associação Fujimi

(2) Aplicação do aprendizado

Com o avanço da pandemia da Covid-19, esse aprendizado foi essencial para que a associação conseguisse se adaptar ao novo cenário de venda de produtos.
Em relação ao aproveitamento dos alimentos produzidos e a agregação de valor, iniciamos a produção de geleias de frutas que seriam vendidas em nossas feiras, como o morango e a tangerina, além da fabricação de pães caseiros feitos de batata-doce.

Como os nossos principais eventos de venda presenciais estão suspensos, fechamos uma parceria com o “Lamen the Bowl”, um restaurante localizado em São Paulo e especializado em Lamen.  Preocupados com os pequenos produtores, o restaurante lançou o projeto “Genki” e tem atuado como intermediário na compra e venda de produtos caseiros. Embora, apenas uma parcela de nossos produtos esteja sendo oferecido, estamos conseguindo manter alguns de nossos artigos à venda no mercado.
Por meio de nossas redes de comunicação, percebemos uma crescente demanda por produtos frescos feitos pelas associadas, como sushis e manjus, o que tem estimulado a venda direta com o consumidor por meio de entregas periódicas.

Desse modo, nosso principal desafio no momento é a consolidação do uso das redes sociais, bem como a capacitação das nossas associadas, para que possamos expandir e fortalecer esse novo modelo.

A força das mulheres nas áreas rurais do Japão

Ana Hiromi Sato Okubo/ ACENIBRA/ Curso: Treinamento Promoção de Mulheres (11/2019)

(1) Aprendizagem do curso

Durante o intercâmbio tivemos a oportunidade de visitar diversas áreas rurais, onde grupos de senhoras contribuem para manter a comunidade social e economicamente ativa. Aprendemos suas histórias e ofícios com o contato direto e troca de informações com essas mulheres.

Dentre os lugares que visitamos, todos foram importantes para nossa experiência, saber e agregação de conhecimento.

Por exemplo, na cidade de Yusukawa, o plantio do tomate é a sua atividade principal. O que chama a atenção é o aproveitamento do fruto que seria descartado, assim, criam-se outros produtos que resultam na geração de renda e atividade para o grupo de mulheres daquela localidade.

Conhecemos o grupo de mulheres que trabalham para a revitalização. Segundo a história do grupo, os produtores da região perceberam que estavam tendo 10% de perda por descarte do tomate devida a alguma deformidade ou falta de maturação. Assim o grupo de mulheres, com a liderança da sra. Tsujimoto, desenvolveu produtos através de muitos meses de estudo, trabalho e dedicação. São sete produtos, como molho pra salada, tsukemono de tomate verde (Tomates verdes em conservas), e o mais vendido, o catchup.

É importante notar que o grupo é unido e sempre pensam em valorizar a região, e com isso nos ensinaram também a importância de fazer marketing (contar a história de como surgiu o produto, quem produz, de qual região, participar de eventos, e etc.).

Em Yawatahama, a laranja é o principal produto da região. Lá conhecemos o grupo de mulheres da JA Nishiuwa, no qual fazem parte 600 mulheres divididas em 12 subgrupos.

Trabalham com o aproveitamento total da fruta, desde o suco até a casca, pois a laranja é o sustento da família. Utilizam como suco para molho, para temperar frango, arroz, salada, fazem também geleia e luminárias com a casca, entre outros

Vendo isso, percebemos que temos que valorizar mais o nosso produto e seguir o exemplo das senhoras de Yusukawa e Yawatahama: aproveitamento total, sem desperdício.

O Japan foods export fair, em Makuhari, foi uma feira muito produtiva, onde vimos e degustamos vários produtos, e nesta ocasião pude ver a estande de gelatinas de kanten (ágar-ágar), o qual a embalagem e aspecto extremamente atrativo me chamou a atenção. Pensei em passar a ideia para o meu grupo de senhoras aqui de Juazeiro para que juntas possamos desenvolver um produto usando a uva e manga, nossas frutas da região.







(2) Aplicação do aprendizado

Nesse momento de pandemia, apesar da atividade na área rural estar normal, a nossa Associação, ACENIBRA, está em stand by, mas quando normalizar retomaremos o projeto. Gostaria de agradecer imensamente a Chuo Kaihatsu Corporation e o Ministério da Agricultura, Silvicultura e Pesca do Japão por ter nos dado esta grande oportunidade no qual pudemos ver, ouvir e aprender, e também aumentar nosso círculo de amizade com os japoneses, pessoas de várias regiões do Brasil e da América Latina. Kokoro kara kansha shite orimasu.

Reativação Regional por meio da valorização de produtos, pessoas e patrimônio cultural em áreas rurais.

Akemi Hijioka / Cooperativa dos Produtores Agricola de Registro e Região(COOPARR) /
Treinamento voltado ao  grupo de mulheres (01/2019)

A intensa vivência do estágio no Japão proporcionou uma ampliação das possibilidades de reativação de áreas rurais não somente através da produção agrícola, mas também proporcionando experiências atrelados aos modos de vida do campo.

Em Yusukawa, na província de Ehime, pudemos ver o aproveitamento de tomates fora de padrão e criação de diversos produtos inusitados agregando valores e, a criação de serviços de refeição através da mobilização da comunidade local. Foi um caso de revitalização de uma pequena comunidade que teve inúmeros reconhecimentos e recebeu vários prêmios no Japão.

O mesmo tipo de mobilização pôde ser observada na visita técnica em Nagano. A vida tradicional do campo, os modos de cultivo, a paisagem e as pessoas; são elementos que proporcionam ao visitante uma imersão nesse meio e uma experiência autêntica na cultura local. Como exemplo, um antigo depósito da casa construído há quase um século foi restaurado e transformado em “guest house” onde recebe visitantes oferecendo as coisas simples do cotidiano e uma boa história. Contrapondo os tempos em que o turismo predatório e de massa eram comuns; a vivência de coisas simples e autênticas passam a ser procurados cada vez mais nos dias atuais. Citando alguns exemplos como misso, tsukemono, tofu e outros alimentos que à medida que conhecemos quem faz, como faz, e de onde vem os ingredientes, qual o clima local, a sazonalidade, as receitas ancestrais, as tornam únicas e especiais.
Pudemos verificar que, em ambos os casos, durante todo o processo houve a preocupação em respeitar e valorizar os saberes locais, envolver as pessoas do entorno e trazer formas de gerir e conseguir o retorno financeiro para viabilizar suas vidas no campo.

Dentro da temática Revitalização de Comunidades Rurais, foi possivel verificar o quanto  enxergar e valorizar o capital social, as pessoas da comunidade e seus saberes são importantes. A criação e fortalecimento de uma rede local protagonizados pelas pessoas do próprio local são fundamentais para execução dos projetos de ação coletiva e a sua sustentabilidade ao longo do tempo.

O que marcou profundamente na vivência dessas experiências foi verificar a existência de um personagem que tem um papel fundamental, uma espécie de “serviant leader”. Isso pôde ser observado tanto em Yusukawa, com a Sra Tsujimoto; quanto em Ueda, com o Sr. Kobayashi, lideranças locais proativas, criativas e conciliadoras, que atuam junto da comunidade local.

O estágio no Japão proporcionou um imenso repertório de conhecimentos e contatos que utilizo na atualidade em diversos momentos.

女性部との交流で体験した事は女性ならではのクリエイティビティ、素材を生かし新しい発想で生まれた物が多く見られた。特に付加価値をつけて地産地消という取り組みが極めてよかった。産物ばかりでなく、古い建物を再利用し、ゲストハウスや住民の憩いの場を設け、地元の素材で作った普段のお料理、お茶を出してもてなしをされる女性たちがいた。そこには、地域に古くから伝われてきた風習について物語る民具が飾られてあり、建物自体に見られる古の匠などがとても印象的であった。形のある物ばかりでなく体験という形のないものも貴重な商品だということが学べました。

地元の活性化に適用できる多くの資源を得ることが出来ました。その中で特に取り入れられるものはコミュニティー意識の強化、特に地域活性化は人と人との繋がりが大切であり先ず地域のそれぞれの考えを知ることであり更に住民主体となる運営が持続につながる。

研修を踏まえて、地元で行われている幾つかの試験的な観光事業も見直し、コミュニティーとして地域を考えるように取り組みたいと思います。レジストロの農村地帯の活性化に貢献するためには地元の人々にしっかりと耳を傾けて地域のニーズが分かるように働きかける大切さ、それに応えられるような企画を制作する。農村地帯の後継者の問題や高齢化、少子化、離農などに直面している私たちの村を地元の方達と共に考えみんなの思いを育む地域のデザイン作り、それを実行するためには第三者の目も必要だという事も分かり、今ある農村の生活環境の魅力を再定義し、観光資源として見直す必要がある。

マスツアーではなく小数人でもおもてなしの心を育て、観光客に再度来られるように、良い経験をさせるような取り組みが大切だということも学びました。これらを生かして体験ツアー、学習ツアー、ソーシャルツアー、などに向け、年間計画できる地域の観光を考え、対応性を考えて持続性のある地域の観光を取り入れたい。





Atividades das senhoras da ADESC de Caucaia do Alto e os impactos do Covid19

Márcia Akemi Yamamoto Shimada / ADESC - Caucaia do Alto / Treinamento voltado aos grupos de mulheres (01/2019)

1) Aprendizagem do Curso :

Visitamos e participamos de workshops com senhoras de associações da JA (cooperativa) de Yokohama e de Nishiuwa/Yahatahama em Ehime e me surpreendi com o tamanho e poder destas cooperativas e a influência das mulheres nos trabalhos em campo. Os pomares de “mikan” (mixirica) de Ehime, as instalações para distribuição e de industrialização das frutas nos mostraram a constante preocupação em elevar a qualidade de seus produtos. Ainda em Ehime visitamos a Lycopinz em Yusukawa que é modelo de reativação regional com a produção de tomate e seus derivados de forma inovadora (vinagre de tomate e outros).

Vimos possibilidades de novas atividades relacionadas às flores e plantas ornamentais em Tochigui (Hana Center e Ashikaga Flower Park) e Tokyo (Hibiya Kadan).

Os diversos pontos de venda de produtos agrícolas em beira de estrada (Michi-no-Eki) em que os produtores locais levam diretamente seus produtos frescos garantindo a qualidade e procedência e que também agregam outros serviços como supermercado, restaurantes, lanchonetes e venda de lembrancinhas típicas da região sugerem oportunidade de aplicação de sistema similar no Brasil.

Por fim, pudemos experimentar as atividades relacionadas ao turismo rural (“Farm inn Saguiyama” em Saitama e “Shinshu Seishun Mura” em Nagano), atividades estas exercidas principalmente em épocas em que não é possível nenhuma atividade agrícola como no inverno rigoroso. O interessante são as integrações de atividades como uma aula de culinária utilizando como ingredientes o que é produzido no local, ou ensinando algo que não é mais comum como o tingimento natural de tecidos como no tempo de nossos avós.





2) Aplicação do Aprendizado/Plano de Ação

 Este é um grande desafio para as senhoras da ADESC e tornou-se ainda maior com a pandemia do Covid19 que anulou praticamente todas as atividades da ADESC neste ano de 2020.

As associadas da ADESC são na maioria pessoas do grupo de risco, isto é, idosas e com comorbidade e esta crise afetou drasticamente a vida de todas, tanto psicologicamente quanto financeiramente. As senhorinhas que estavam acostumadas a preparar seus quitutes, acordar cedo para levar e vender seus produtos nas feirinhas, encontrar as amigas, abraçar e conversar alegremente não têm mais como fazer isto.

Tentando amenizar esta falta, criamos grupos de “WhatsApp” para trocas de mensagens por celular e estimulamos a manutenção de um vínculo entre as associadas, seja por fotos, vídeos, trocas de receitas gostosas, etc. que encorajam o uso por aquelas que ainda não se familiarizaram com estas ferramentas. E mais recentemente, aos poucos estamos ofertando produtos por este canal para vendas que antes faziam apenas nas feirinhas. Descobrimos então a utilidade da tecnologia e o poder do “networking”.  Ainda há muitos aspectos a se considerar como a logística para entregas, aspectos burocráticos de formalização, padronização de embalagens, etiquetagem, etc. mas, é um passinho para frente para quem sabe, criação de uma lojinha virtual da ADESC em breve.

 


Una forma de presentación de calidad, el alma del negocio.

Sergio Yukihiro Mitui Negisi/ Coop. AgroIndustrial Colmena Asuncena Ltda./ Entrenamiento sobre Administración de Calidad de Productos Agrícolas.(10/2014)

(1) Aprendizaje de curso

Mediante el curso desarrollado pude conocer las diferentes formas de empaquetado de los productos (frutas y hortalizas) que se exhiben en las góndolas de los diferentes puntos de comercialización que pudimos visitar (desde grandes cadenas de supermercados, tienda de frutas para personas alta sociedad llamado Sembikiya, también los puestos de ventas que se le llaman “Antenas-shop” y los puestos de venta ubicados en el camino o rutas llamadas “Michi-no-eki”). Donde pude apreciar lo avanzado que se encuentra en el tema de empaquetado de los productos con el fin de que el usuario o consumidor final pueda aprovechar solamente ya destapando o abriendo el cierre del envase.

También la producción de Tomate en invernadero, fue muy interesante pero lastimosamente no pudimos observar o aprender el manejo del cultivo donde administraba la fertilización del cultivo a través del empleo de softwear. Con este sistema de manejo, el productor obtenía tomates de alta calidad, asegurando inclusive el nivel de dulzura de la fruta. 

La fábrica del Sr. Nakamura donde recuerdo que procesaban, a partir de frutas raleadas de cítricos (fruta que el productor descarta, para mantener calibre y calidad de las que se quedan en el árbol) extrayendo esencias de las mismas para uso en cosméticos y farmacias. Además dentro de sus productos pudimos observar la elaboración de carnes deshidratadas como una forma de alimento para el futuro que requiere de menor espacio para el almacenamiento y lograr mayor tiempo de conservación.

Con la visita en una finca de producción de manzana, en la prefectura de Gunma conocimos el sistema de compra de las frutas cosechadas por los mismos clientes, además el propietario envía a un tercero para elaborar jugos de manzana, y luego es envasada en una botella con la etiqueta de la finca para su comercio a los visitantes.

Por otro lado, la beca fue muy exitosa porque a través de este, pude conocer otros productores nikkei de Brasil donde producen frutas de la misma especie como es el durazno, ciruelas y uvas. Y afortunadamente entablamos amistad y consecuentemente un intercambio continuo de conocimientos y experiencias, que hasta hoy perdura.  Recordando siempre entre nosotros diciendo “cuándo vamos junto de nuevo a Japón a ver las frutas”. 





(2) Aplicación de aprendizaje /Plan de acción

Lo primero, que deseo aplicar a nivel cooperativa o a nivel de productores socios es crear una forma de presentación de calidad de las frutas y hortalizas comercializadas. A través de empaquetado de diferentes tamaños y con una apariencia presentable al consumidor. 

Por otro lado, para ofrecer productos de calidad, principalmente debemos aumentar y mantener la productividad de ciertos rubros (ej. Tomate, Locote, Durazno, Uva) porque creo que es un factor muy importante una vez que apuntemos la calidad de productos.  Es decir, la calidad creo que se obtiene en el campo productivo.  De esta manera es importante aplicar en corto o mediano plazo el tema de trazabilidad y el tema de inocuidad de los productos comercializados. 



"Fujimin" Desalinización con ácido fúlvico

MIE OTANI OISHI/ COOPERATIVA LA PAZ AGRICOLA LTDA./ CURSO TECNICO - PREPARACION DE SUELO (10/2019)

(1) Aprendizaje de curso

Tuve la dicha de poder participar del curso de preparación de suelo, donde mi principal objetivo fue aprender algunas técnicas para el mejoramiento constante de suelo ya que se desgastan con el paso de los tiempos en cada producción.

Durante el curso, a través de charlas he aprendido que la utilización de abonos orgánicos es una de las formas para recuperar el suelo y aumentar la productividad, pero este método será posible en nuestra realidad llevar a cabo en producir en parcelas pequeñas que podrían ser huertas familiares.

Durante el curso en Japón, afortunadamente tuvimos un contacto con una empresa japonesa “FUJIMIN”, en donde producen al ácido fúlvico que son compuestos naturales para aplicarlos en el suelo.






(2) Aplicación de aprendizaje /Plan de acción

Esta empresa ”Sansui Navico” en cooperación con la JICA, visitaron Paraguay y dos participantes de este curso entramos en la lista para probar el producto (en mi caso se hará una prueba aplicando en zafra SOJA y Takao Hayashi hará en verduras).

Si se llega a tener buenos resultados, tienen previsto comercializar en nuestro país.

Los recursos humanos son lo más importante

Mina Taoka/ COOPERATIVA LA PAZ AGRICOLA LTDA./ Entrenamiento para grupo de mujeres (11/2019)

(1) Aprendizaje de curso

Participando en diferentes lugares durante el periodo de 25 dias..no cerca a los objetivos de lo que quería o he solicitado en la beca...lo que más me impresionó fue las palabras de la Sra.Haguiwara de “Farm in Sagiyama” en Ciudad de Saitama, Prefectura de Saitama

El Farm Inn Sagiyama fue inaugurado en 1997 con el objetivo de que las personas tengan contacto y experimenten la experiencia de la vida en el campo.
Con el lema "¿Por qué no pruebas la agricultura ahora?" La institución ofrece actividades agrícolas y de ocio para toda la familia. Además de la gente común puede asistir a guarderías, escuelas, empresas, ONG, etc. Contando la participación de unas 8500 personas por año.

Sra Haguiwara, que tiene contacto, oportaunidade y conexiones con varias personas en todo el mundo, dice lo siguiente: “Los recursos humanos son lo más importante”. Hagiwara dijo que le gustaría que la gente vea su vida diaria. Puede preparar varios platos utilizando los campos, verduras, frutas y arroz producidos por su propia granja.

Con el deseo de transmitir sus conocimientos y valores a los jóvenes y niños, decidió combinar sus recetas en un libro "Minuma kara no osusowake"

El Libro Minuma kara no osusowake




(2) Aplicación de aprendizaje /Plan de acción

Después de regresar a Paraguay, con la fuerte impresión de que la Sra. Hagiwara me dejó, primero limpié el jardín y lo sembré con las semillas compradas en Japón. Estoy muy agradecido de poder usar las verduras que hice en mi propio jardín para hacer negocios por mi cuenta (catering para platos japoneses).

Rodeado de una naturaleza inmensa, me gustaría probar todo lo que puedo hacer y me gustaría transmitir mis valores poco a poco para revitalizar la región.
Es lamentable que no solo los jóvenes de hoy, sino la mayoría de la región estén perdiendo relaciones y valores.

En cuanto pase esta pandemia quisiera organizar una charla pendiente a los habitantes de mi zona..y tratar lo aprehendido en los diferentes lugares de Japón durante la temporada becaria VALORAR a tus entornos(naturaleza agraria .Socializar..conocer..unir. conocer el mundo..y antes que nada formar fortunas humana agradeciendo a nuestros seres mayores padres..abuelos)




Criação de um produto local: suco de laranja com mini gomas

Alice Kiyomi Yamazaki Morioka/ Cooperativa Agroindustrial APPC / Treinamento voltado ao grupos de mulheres (01/2019)

(1) Aprendizagem do curso

 O curso nos proporcionou um vasto aprendizado que inclui desde técnicas nas áreas de turismo rural, venda direta, agregação de valores, criatividade, motivação e empreendedorismo, cuidadosamente elaborados pela C.K.C. Em meu projeto sobre a extração de vesículas (tsubu tsubu) de dekopon, fomos visitar a fábrica de sucos Ehime Foods em Yawatahama. Visitamos as instalações e, apesar de não podermos ter visto o processo, foram dadas informações valiosas que tentamos reproduzir no Brasil.

(2) Aplicação do aprendizado

O resultado visto nas fotos 1 e 2 foi obtido por meio totalmente manual, incomparável a produção industrial da Ehime Foods. A ideia seria incorporar esses “tsubu tsubu” no suco natural (foto 3). Após muitas experiências empíricas feitas durante a época de safra de 2019, a cooperativa deu início à regularização do CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) que dá autonomia para fabricação de suco. Já adquirimos as primeiras embalagens e esperamos poder comercializá-los em breve. O desafio está em oferecer um suco de excelente sabor sem utilizar técnicas como pasteurização e dar vida longa ao produto. Outros desafios são garantir o padrão de qualidade de produto e a sazonalidade do mesmo. Pesquisei sobre outra técnica, além da pasteurização, chamada HPP (High Pressure Processing) que a princípio altera menos o sabor e aroma do suco, porém seu custo é muito alto.

Durante a visita ao Japão, fiquei impressionada ao ver no aeroporto de Ehime ken, finas garrafas de sucos (conforme foto 4), com preços que variam de ¥2.000,00 a ¥10.000,00, (U$18 a U$93) como garrafas de um bom vinho usadas para presentear alguém. Outra experiência foi na JA Nishiuwa onde aprendemos a preparar um doce com chocolate, sucrilhos e PÓ DE LARANJA. Tentei aproveitar a casca de laranja para preparar um pó, cujo sabor ficou amargo por causa da parte branca da casca. Pretendo aprimorar. Caso a J-Agro puder compartilhar algum conhecimento na confecção de pó de laranja, será de grande ajuda. Aproveitar a casca para produzir o pó ou essência é meu objetivo atual. Muito Obrigada


Separação de cada vesícula(mini gomas)que compõe uma goma de laranja  

Gomas de laranja sem a película

Suco de laranja natural com "tsubu tsubu"(mini gomas)

Sucos de laranjas em finas garrafas


Pó da casca de laranja desidratada

Cambio de visión que puede crear nuevas perspectivas y nuevos negocios.

Yoshiko Kanno Takaoka/ Sociedad Cooperativa Pirapó Agrícola Limitada./ Curso Agronegocios- Formación de Líderes de Nivel Medio (10/2016)

(1) Aprendizaje de curso

Tuve una gran oportunidad de ser integrante del entrenamiento de formación de Lideres sucesores, en octubre del año 2016, donde pude visualizar y aprender cosas nuevas, diferentes a las situaciones que se acostumbran en mi comunidad (Pirapó- Paraguay).

La base de la agricultura japonesa, la sexta industrialización y la creación de MARCA es un concepto muy interesante. Por la sexta industrialización se entiende como una estructura de gestión que incluye desde la producción primaria, industrialización, la distribución y la venta de productos finales.  No es una tarea fácil, pero la clave de esta estructura siempre busca la calidad, frescura del producto y la seguridad alimentaria. 

Es importante destacar el ejemplo del desarrollo y lanzamiento de nuevos productos de acuerdo con las necesidades de los consumidores, el productor escucha las voces del cliente, mejora el empaquetamiento y las etiquetas, ahí es donde pude apreciar el buen relacionamiento entre productor y consumidor y observar la importancia del producto con valor agregado. 

Además, la ESTRATEGIA DE VENTA DIRECTA tiene el mérito de poder ofrecer los productos de Grado B, a un precio más bajo, también realizando el procesamiento de la materia prima agregando el valor al producto para que se pueda comercializar sin generar desperdicio alguno, permitiendo el ingreso sin verse afectado por los precios del mercado. Por otra parte, cuando visitamos al “Parque konnyaku” me impresionó el rincón del BUFETT LIBRE donde uno puede disfrutar de varios platos preparados con KONNYAKU, donde sentí que, con unas ideas diferentes, se puede visionar otras perspectivas y generar otro tipo de negocios. Fue un momento donde pude reconocer que nunca debemos de olvidar el desafío que podría ser una realidad.


Parque konnyaku

BUFETT LIBRE


(2) Aplicación de aprendizaje /Plan de acción


En una situación y entorno diferente (Japón y Paraguay), será difícil aplicar en forma directa los conocimientos adquiridos, pero quiero tener esa iniciativa de ir promoviendo a hacer cosas pequeñas, fomentar de ser partícipe en los cursos, capacitaciones con iniciativa propia de las personas. Como vivimos en un entorno de mucha conformidad en cuanto al estilo de vida cotidiana, no será una tarea fácil.

Busco concientizar a ver las cosas con diferentes perspectivas, quisiera guiar y dar soportes que ayuden a descubrir nuevas ideas y generar nuevos negocios que permitan una nueva fuente de ingreso familiar y por ende la sostenibilidad de la comunidad; lo importante es la comprensión y la cooperación mutua.

Otro punto muy importante es, tener contactos e intercambiar informaciones e ideas con los compañeros becarios de países vecinos. Destaco que uno de los objetivos logrados fue organizar un viaje de la Comisión de Damas de la Cooperativa Pirapó, en octubre del año 2019, y lograr un encuentro e intercambio con las damas de ADESC, fue una experiencia muy valiosa y a la vez beneficiosa para las damas. Con esto aprecié que la iniciativa es muy importante y a través de la cooperación de diversas empresas, industrias y diversificación de las gestiones de las entidades puede llevar al éxito en el futuro.

intercambio con las damas de ADESC







Agregação de valor

Lourdes Kawashima Gocho / Cooperativa Agroindustrial APPC / Curso: Treinamento para formação de líderes Sucessores (10/2017)

    Neste treinamento tivemos a oportunidade de fazer aproximadamente 50 visitas, em 5 províncias. Foram 25 dias de atividades intensas onde conhecemos diversas cooperativas, mercados ( Mercado de Ota, michi no ekis, boutiques de frutas, antenas shops, etc.), sexta industrialização, exposições, empresas de consultoria, usina de reciclagem, visitamos vários produtores rurais , Ongs , tivemos várias palestras interessantes ,visitamos algumas associações de senhoras , etc.
Posso garantir que todas as visitas foram muito úteis e de grande aproveitamento.

(1) Aprendizagem do curso

Segurança alimentar e Certificações (prof. Itagaki _ Universidade de Tókyo)
    - Inspeção de qualidade no Mercado de Ota. (sr. Kazuharu Tsuda)

Tivemos uma palestra muito proveitosa sobre o quanto o governo japonês é preocupado em produzir alimento seguro e de boa qualidade. Um dos grandes receios da população é referente as infecções alimentares, alergias ou que tenham algum grau de radiação ou resíduos agro químicos. Uma tendência mundial é o consumo de alimento orgânico, semi orgânico ou de menos agressão ao meio ambiente. Então, o uso de bactérias como o do natoo, por exemplo, tem sido constantemente usado para se produzir adubo orgânico e fungicidas.

Para que não haja abuso no uso, o governo controla todo defensivo químico que é vendido aos agricultores. O transporte e logística dos alimentos é muito eficiente, e a qualidade das embalagens garantem que os produtos cheguem ao consumidor com muita qualidade e frescor. Todo produto in natura que entra nos mercados é vendido no mesmo dia. 

Os legumes são classificados em 7 categorias: conforme as medidas, peso, curvatura, o horário de colheita, etc. pode agregar mais valor ao produto.  Conseguir um padrão de boa qualidade no seu produto, define se o sucesso ou não do agricultor do Japão, pois, diferentemente do Brasil, as áreas cultivadas são pequenas, o plantio é regulado pelo governo, além do país sofrer intensamente com chuvas, neves e tufões.

Mesmo nos michi no ekis (mercados de venda direta os produtores são obrigados a declarar o uso de agroquímicos) e se houver alguma irregularidade, são impedidos de vender no local.

Vimos no Mercado de Ota (Tókyo) que todos os dias é feita a fiscalização, verificando se estão em conformidade com as normas de padrões de qualidade e segurança alimentar. Se acaso o produto não for aprovado pelos testes, o produtor entra imediatamente para “lista negra “do Ministério da Agricultura e todo o Japão é informado, tal é a rigidez do sistema japonês.

As cooperativas ajudam os produtores a certificarem suas propriedades, garantindo a higiene, segurança do local de trabalho e segurança do meio ambiente. 

Quando o produto tem estes 3 selos, são muito valorizados e podem ser exportados:

    - JAS (informa que o produto é seguro. Este selo é subdividido em 5 tipos. Ex. orgânico, semi orgânico, etc.)
    - HACCP (livre de contaminantes, radiação e boa qualidade).
    - Global GAP (trabalha de acordo com a boas práticas agrícolas)

Visitamos outras empresas que usam o selo JAS para garantia de qualidade de cada produtor.

A cooperativa Pal System (província de Chiba) compra alimentos diretamente dos produtores, higieniza, corta, embala e monta combos de acordo com os pedidos dos clientes. Estes combos são divulgados através de catálogos alguns dias antes. Os clientes fazem os pedidos e os recebem em suas casas. A GPS é uma empresa vinculada a Pal System, responsável pela fiscalização das áreas produtoras. Desde programação da quantidade a ser plantado, controle fitossanitário e assistência técnica do plantio até a colheita, garantem que a Pal System receba um produto de qualidade. A Pal System tem aproximadamente 1.300.000 clientes.

Visitamos também a Eaon Agri Create co. Ltda, uma das maiores redes de supermercados do Japão. Esta empresa, possui várias fazendas no Japão que mandam seus produtos para serem vendidas nas suas lojas. Todas as fazendas são certificadas pela Global GAP e possuem um selo próprio Top Value (3 categorias).

O diferencial dos produtores que certificam suas propriedades é que conseguem vender 100% de seus produtos antes mesmo de serem plantados. 

Satisfazer o paladar da população japonesa é um grande desafio pois são muito exigentes em todos os aspectos, mas faz com que todos trabalhem para oferecer ao consumidor um produto que se come primeiro com os olhos.

Desde um simples produto até o mais sofisticado, tudo é extremamente produzido pensando em agradar o cliente. E eles reconhecem o trabalho bem feito pagando valores exorbitantes, por exemplo, por uma fruta perfeita e doce que pode chegar a ser vendido por centenas de dólares.







(2) Aplicação do aprendizado

A Cooperativa AAPC iniciou suas atividades no ano de 2.012 para dar suporte na  produção e comercialização ;visando sempre frutas de boa qualidade e bom sabor, tem um rígido controle de uso de defensivos químicos , dá assistência técnicos para todos os departamentos e um dos  objetivos é  a exportação de frutas como forma de agregação de valores. 

A maioria dos sócios são descendentes de japoneses, mas reconhecemos que muitos projetos que admiramos no Japão infelizmente ainda está longe de conseguirmos implantar com sucesso no Brasil.

No retorno do meu estágio, pude explanar aos associados sobre a necessidade de certificar nossos pomares e todo ambiente de trabalho, apesar do alto custo para certificação. 

Hoje, o packing da cooperativa e 60% dos sócios estão adaptando suas propriedades de acordo com a normas de certificação Global Gap garantindo maior organização, higiene, eficiência e sustentabilidade.

Sabemos que a certificação Global GAP não agrega valor ao produto, e nem tem um selo que comprove a certificação, mas traz aos produtores e aos clientes, a confiança de que estamos fazendo o nosso melhor, inclusive nesta época de pandemia, em que a higiene e segurança alimentar tem que ser a nossa maior prioridade.

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