J-AGRO é um grupo de ex-estagiários do programa do Ministério da Agricultura do Japão para agricultores nikkeis do Brasil, Argentina, Paraguai, Bolivia e Peru que recentemente se incorporou ao programa.
Este site visa compartilhar e divulgar conhecimentos adquiridos durante treinamentos no Japão para trocar ideias entre agricultores nikkeis da América do Sul e o Japão.
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FORMACIÓN DE LIDERES SUCESORES

 Yoshiko Kanno Takaoka/ Sociedad Cooperativa PIRAPO Agrícola Ltda/ Treinamento para formação de líderes (10/2016)

CAMBIO DE VISIÓN QUE PUEDE CREAR NUEVAS PERSPECTIVAS Y NUEVOS NEGOCIOS.

Tuve una gran oportunidad de ser integrante del entrenamiento de formación de Lideres sucesores, en octubre del año 2016, donde pude visualizar y aprender cosas nuevas, diferentes a las situaciones que se acostumbran en mi comunidad (Pirapó- Paraguay).

La base de la agricultura japonesa, la sexta industrialización y la creación de MARCA es un concepto muy interesante. Por la sexta industrialización se entiende como una estructura de gestión que incluye desde la producción primaria, industrialización, la distribución y la venta de productos finales.  No es una tarea fácil, pero la clave de esta estructura siempre busca la calidad, frescura del producto y la seguridad alimentaria. 

Es importante destacar el ejemplo del desarrollo y lanzamiento de nuevos productos de acuerdo con las necesidades de los consumidores, el productor escucha las voces del cliente, mejora el empaquetamiento y las etiquetas, ahí es donde pude apreciar el buen relacionamiento entre productor y consumidor, así la importancia del producto con valor agregado. 


Aplicación de aprendizaje /Plan de acción

En una situación y entorno diferente (Japón y Paraguay), será difícil aplicar en forma directa los conocimientos adquiridos, pero quiero tener esa iniciativa de ir promoviendo a hacer cosas pequeñas, fomentar de ser partícipe en los cursos, capacitaciones con iniciativa propia de las personas. Como vivimos en un entorno de mucha conformidad en cuanto al estilo de vida cotidiana, no será una tarea fácil.

Busco concientizar a ver las cosas con diferentes perspectivas, quisiera guiar y dar soportes que ayuden a descubrir nuevas ideas y generar nuevos negocios que permitan una nueva fuente de ingreso familiar y por ende la sostenibilidad de la comunidad.

Otro punto muy importante es, tener contactos e intercambiar informaciones e ideas con los compañeros becarios de países vecinos. Destaco que uno de los objetivos logrados fue organizar un viaje de la Comisión de Damas de la Cooperativa Pirapó, en octubre del año 2019, y lograr un encuentro e intercambio con las damas de ADESC, fue una experiencia muy valiosa y a la vez beneficiosa para las damas.












Criação de um produto local: suco de laranja com mini gomas

Alice Kiyomi Yamazaki Morioka/ Cooperativa Agroindustrial APPC / Treinamento voltado ao grupos de mulheres (01/2019)

(1) Aprendizagem do curso

 O curso nos proporcionou um vasto aprendizado que inclui desde técnicas nas áreas de turismo rural, venda direta, agregação de valores, criatividade, motivação e empreendedorismo, cuidadosamente elaborados pela C.K.C. Em meu projeto sobre a extração de vesículas (tsubu tsubu) de dekopon, fomos visitar a fábrica de sucos Ehime Foods em Yawatahama. Visitamos as instalações e, apesar de não podermos ter visto o processo, foram dadas informações valiosas que tentamos reproduzir no Brasil.

(2) Aplicação do aprendizado

O resultado visto nas fotos 1 e 2 foi obtido por meio totalmente manual, incomparável a produção industrial da Ehime Foods. A ideia seria incorporar esses “tsubu tsubu” no suco natural (foto 3). Após muitas experiências empíricas feitas durante a época de safra de 2019, a cooperativa deu início à regularização do CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) que dá autonomia para fabricação de suco. Já adquirimos as primeiras embalagens e esperamos poder comercializá-los em breve. O desafio está em oferecer um suco de excelente sabor sem utilizar técnicas como pasteurização e dar vida longa ao produto. Outros desafios são garantir o padrão de qualidade de produto e a sazonalidade do mesmo. Pesquisei sobre outra técnica, além da pasteurização, chamada HPP (High Pressure Processing) que a princípio altera menos o sabor e aroma do suco, porém seu custo é muito alto.

Durante a visita ao Japão, fiquei impressionada ao ver no aeroporto de Ehime ken, finas garrafas de sucos (conforme foto 4), com preços que variam de ¥2.000,00 a ¥10.000,00, (U$18 a U$93) como garrafas de um bom vinho usadas para presentear alguém. Outra experiência foi na JA Nishiuwa onde aprendemos a preparar um doce com chocolate, sucrilhos e PÓ DE LARANJA. Tentei aproveitar a casca de laranja para preparar um pó, cujo sabor ficou amargo por causa da parte branca da casca. Pretendo aprimorar. Caso a J-Agro puder compartilhar algum conhecimento na confecção de pó de laranja, será de grande ajuda. Aproveitar a casca para produzir o pó ou essência é meu objetivo atual. Muito Obrigada


Separação de cada vesícula(mini gomas)que compõe uma goma de laranja  

Gomas de laranja sem a película

Suco de laranja natural com "tsubu tsubu"(mini gomas)

Sucos de laranjas em finas garrafas


Pó da casca de laranja desidratada

Producción de compost y desinfección de sustratos

Roberto Gogami/ MERCOFLOR, Cooperativa de Flores y Plantas Ornamentales Mercoflor ltd/ Curso Agronegocios- Valor Agregado (09/2016)

(1) aprendizaje en el curso

Si bien Mercoflor no produce alimentos, los puntos importantes aprendidos fueron de la sexta industralización, aprovechamiento de los residuos e integración regional.

En mercoflor desde sus inicios realiza la venta directa de sus produtos por el mismo productor sin intermediários. Eso hizo afirmar lo importante de la cadena en donde uno mismo pone su precio al produto de acuerdo a su calidad, la oferta y demanda, y presentación, como en los Michi no Eki. 

En Japan Food, vimos como los desechos orgânicos de supermercados y panaderías, podian ser transformados como alimento para porcinos, logrando una buena calidad del producto. La conocida frase, “la basura de uno, es el tesoro de otros”. 

También es importante resaltar, como un punto de venta de productos comestibles puede integrarse junto al turismo y la gastronomía con productos frescos locales.. Transformando a esa región en un lugar de paseo de compras y recreación.





(2) Aplicación del aprendizaje

Tenemos la idea de realizar en el mismo predio del Mercado, la producción de sustratos para los socios productores. Ya que, por lo general, se realiza con tratamientos químicos.

Se usaría los materiales de descarte de los cultivos, de las podas de árboles, estiércol de animales, etc, para luego hacer la desinfección a alta temperatura a través de vapor.

Para esto tenemos instalado en un cuarto una caldera para calentar el agua, junto con la base de hormigón para colocar los desechos para poder transformarlo en compost y luego la batea con las tuberías en donde circularía el vapor para hacer la desinfección del sustrato, con esto eliminaríamos los patógenos y obtendríamos un sustrato limpio para los cultivos, mejoraríamos tanto la sanidad del cultivo, la calidad de los productos, y el cuidado de la salud y del medio ambiente.

En estos momentos estamos en una etapa en donde sólo nos faltaría la instalación del sistema de gas natural.
 




Aproveitamento máximo dos produtos, minimizando desperdícios

Carolina Hatsumi Kawatsu/ Cooperativa Agroindustrial APPC, Pilar do Sul, SP/ Curso: Agronegócios-Aproveitamento máximo (09/2019)

(1) Aprendizagem do curso

Atualmente todos os setores do mercado de trabalho estão em busca de novas tecnologias, inovação e mehor custo X benefício para fortalecer seus negócios e aproveitar ao máximo seus produtos. Isso não poderia ser diferente ao setor agropecuário. Buscar visões, aprendizados e ideias de paises desenvolvidos ajuda o nosso país a continuar fortalecendo e concorrendo com o mercado externo. Sendo assim, agradeço ao Ministério da Agricultura, Silvicultura e Pesca do Japão em parceria com a CKC por ter dado essa oportunidade e experiencia de vida.

Nota- se que o Japão produz seus produtos visando qualidade porém não é tudo que sai como classificação tipo A. Mesmo que seja mínima, tem problemas de deformidades, tamanhos e manchas. Mas para esse tipo de classificação, eles souberam driblar com várias estratégias tais como, sexta industrialização, michi no eki e Fuzoroi Project.

Cada uma dessas estratégias tem um objetivo, um público alvo diferente mas uma coisa em comum: aproveitamento máximo.

Sexta Industrialização: Produtos que seriam descartados entram em fases de processamento gerando novos produtos. Ex: polpas, pó, geleias.

Michi no Eki: Ponto de venda direta dos produtores regionais podendo mostrar e fortalecer seu trabalho.

Fuzoroi Project: Projeto de uma pequena cooperativa em parceria com o supermercado Fresta da cidade de Miyoshi, Hiroshima. Tem como objetivo ajudar os pequenos agricultores da região a estar comercializando os produtos de classificação tipo B por um preço mais baixo porém não tendo muito desperdícios e perdas.





(2) Aplicação do aprendizado

Com base nesse aprendizado, e sabendo que nós produtores de frutas também passamos por esse problema, em parceria com algumas empresas daqui, estamos tentando nos colocar nessas estratégias. Estamos com projetos de fazer com que a uva Pilarmoscato (marca da cooperativa APPC) seja uma das frutas escolhidas para consumo de crianças nas escolas.(Famosos Snacks.) É muito vendida soltas, então querendo inovar e agregar mais o seu valor, estamos com esse plano de ação.

Outro experimento em andamento é a produção de cerveja com os frutos Kinsei e Pilarmoscato. (sexta industrialização / Processamento) 

Buscando sempre melhoria contínua, estamos vendo possibilidades de processamento de sorvetes e outras produções visando o lado saudável das frutas.











Produtor de Cogumelos em Londrina (PR) e seus aprendizados no Japão

Samuel Koji Takahashi / Centro Cultural Brasil Japão / Curso: Treinamento aos jovens agricultores (10/2018)


    Neste treinamento visitamos vários produtores agrícolas, empresas que fazem o processamento; pessoas que fazem a produção até a venda do produto processado, agregando muito o valor (6ª industrialização); agricultores com técnicas de produção para melhorar o produto ou produzir fora da época. Visitamos eventos ligados a agricultura, formas de venda e centrais de abastecimento.


  (1) Aprendizagem do curso

O aprendizado não foi só uma ou duas coisas, e sim o conjunto inteiro deste programa. Conversar com pessoas que empenharam, passaram ou estão passando por dificuldades ainda, mas estão superando, alguns já são modelos de agricultura japonesa. Pessoas que tem conhecimento minuciosa da produção e ao mesmo tempo uma visão global do seu trabalho e produto. Pessoas que estão preocupadas com o futuro da agricultura do Japão e do mundo, ensinando não só a parte técnica agrícola e sim dar uma visão de empreendedorismo agrícola (Curso Front Line).  Conhecemos o sistema de venda direta, valorizando muito o produto e o agricultor da região (Michi-no-Eki); o cooperativismo regional; e o principal mercado agrícola do Japão, em Ota, onde são tomados a base de preços da maioria dos produtos agrícolas.






(2) Aplicação do Aprendizado


Como produtor de cogumelos fui incentivado a produzir outras variedades de cogumelos. Atualmente estou produzindo Shiitake, Shimeji, Eryngui, Shimofuri, Shimeji branco (em parceria) e projeto para outros cogumelos ainda.


Nas vendas estou já com alguns fornecedores de produtos agrícolas da região de Londrina e aplicando a venda direta no meu ponto de venda.


Um dos projetos que temos é através do Centro Cultural e o evento anual Expo Japão, onde já tenho participado, explanar, incentivar a diversificação no cultivo; atualizar sempre, visitando eventos agrícolas; cultivar novos produtos; e agregação de valores através da 6ª industrialização.

A importância do canal de distribuição na atividade agrícola para produtos hortifrutigranjeiros.

Sergio Kenji Kakimoto / APROBARE / Curso: Venda direta (10/2018)

    Os canais de distribuição podem ocorrer por via direta, onde o produtor leva diretamente ao consumidor final. Também podem ser por via indireta curto, onde temos o varejista e por fim um canal pode ser indireto longo, representados pelos atacadistas e varejista.
Recentemente, em outubro de 2018, fizemos treinamento pela CKC no Japão abordando vendas diretas. Foram vários modelos de organização para promoção de marketing apresentados, desde cadeia produtiva dos hortifrutigranjeiros a produção artesanal de produtos processados, turismo rural, na qual cito a seguir.

(1) Aprendizagem do curso
Visitamos um ponto de venda chamado de Fusano Eki em chiba esses locais são conhecidos como MICHINOEKI. Neste caso, a organização é privada, porém promovem produtos locais agrícolas bem como produtos artesanais feitos com produtos locais. A empresa possui lojas em Tókio que dispõem aos seus clientes os produtos produzidos em chiba. Recordo dos doces maravilhosos que eram feitos com amendoim, mel, sorvete de ovo. 
 
A cooperativa JA tem ramificação por todo território japonês, mantem abastecidos o mercado. A JÁ mantém Michinoeki perto de rodovia de grande fluxo, onde produtores abastecem diariamente produtos frescos. Onde cada produtor coloca seus preços, etiquetam e abastecem as gondolas. 
A venda mais direta é a colheita realizada pelos próprios clientes. Colhe e pague, vimos os pomares de maçã, morango, uva, laranja. 

Fomos conhecer a cocco-farm, uma granja de ovos em que o proprietário teve uma brilhante ideia em construir uma loja para venda direta de ovos. Começou com ovos, depois foi agregando valores. Hoje tem uma imensa estrutura de vendas de todos os produtos agrícolas, fresca e processados, abatem as galinhas e vendem já preparados, possui restaurante que servem produtos como ovos, galinha, etc. muito interessante pois promovem cursos de culinária, desenvolvem atividade para crianças. 





(2) Aplicação do aprendizado
Diante todo esse aprendizado, necessitamos colocar em prática, uma vez que a pandemia provocada por um vírus mudou toda configuração de um mercado, prestigiando aqueles que vendem diretamente ao consumidor final.
A proposta é iniciar com um ponto de venda na granja Kakimoto na rodovia raposo Tavares 142. Depois realizar integração de venda de produtos com outras regiões. 

Las inmensas posibilidades de negocios con amplias visiones de crear algo novedoso y único.

Pedro Yasuda / Central Cooperativa Nikkei Agricola Limitada / Curso: Entrenamiento de Formación de Líderes de Nivel Medio(10/2013)

    Participé en el curso para aprender las soluciones em temas de capacitaciones (educación) e implementaciones para innovaciones.

(1) Aprendizaje en el curso
La palabra del Sr. Kenji Nakamura, dueño de la empresa FoodLand (empresa procesadora de alimentos de frutas, hortalizas y carnes) fue impresionante.
Charla sobre las innovaciones creadas a través del buen aprovechamiento de la fruta de naranja, en un concentrado puro para diversas utilidades para alimentos, cosméticos y combustibles.  Lastimosamente, no pudimos observar la planta procesadora de alimentos ni las técnicas empleadas para dicho concentrado.   Creo que es una forma de resguardar el “know how” de su producto estrella.
Para todos los participantes les pareció una charla muy motivador y alentador para seguir soñando con algún producto innovador en el campo de la agricultura y ganadería.  Una frase japonesa y única, que es difícil de describir en otro idioma “mottainai”, fue utilizada en la charla varias veces para describir la importancia de producir alimentos para el mundo.
La visita a las parcelas de plantaciones de naranja fue interesante para describir que con una pequeña porción de terreno (accidentadas, no planas) se pueden producir con mucho sacrificio e ingenio por varias generaciones y vivir de ella.

(2) Aplicación del aprendizaje
Con las visitas a las cooperativas y el intercambio de opiniones entre los becarios, me doy cuenta que la formación de recursos humanos es muy importante. Después de esta experiencia, en las capacitaciones de las personas de las cooperativas, incluimos  juegos o dinámicas en las distintas clases para mayor integración de los participantes.





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